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Na despensa

Por Tá Na Mesa

Como você pode perceber seguindo nossa Mesa de Farofa, as receitas são bem fáceis de fazer. Para isso, basta ter a despensa bem abastecida com boas farinhas, o ingrediente principal. Entre as industrializadas e as artesanais, não faltam opções.

INDUSTRIALIZADAS

Deusa
O carro-chefe da fecularia localizada em Garça (SP), é a farinha de mandioca flocada biju, que é amplamente consumida no Sul e Sudeste do País. A sua marca registrada são os flocos crocantes e a baixa acidez. Mais informações pelo site Deusa

Yoki
A famosa marca, que tem uma linha repleta de farináceos, produz em Paranavaí (PR) a farinha de mandioca flocada, tipo biju. Com grânulos médios e sabor levemente adocicado, é uma boa pedida para o preparo de farofas. Também conta com farinha de mandioca seca e as versões amarela e branca de milho. Mais informações pelo site Yoki

Hikari
Também conta com uma linha completa de farinhas, desde as de mandioca seca em várias apresentações (fina, grossa, crua e torrada) à flocada tipo biju. Seu catálogo contempla ainda as farinhas de milho amarela e branca e farinha de rosca. Mais informações pelo site Hikari

ARTESANAIS

Farinha de mandioca de Cruzeiro do Sul (AC)
A farinha bijusada produzida no município acreano de Cruzeiro do Sul foi a primeira do país a ter denominação de origem. Bem torrada, tem sabor adocicado e textura granulada. Mais informações: https://www.facebook.com/sratacadoe/. Também a venda no Empório Poitara, @emporiopoitara.

Farinha de mandioca de Uarini (AM)
Farinha d’água conhecida como o “caviar das farinhas”, é produzida no município de Uarini, no Amazonas. Seu formato lembra pequenos ovos de peixe. Fermentada, a mandioca é enrolada em bolinhas de vários tamanhos, que depois passam pela torra e a peneira. A venda no Mercado Livre e Empório Poitara, @emporiopoitara.

Farinha de mandioca de Copioba (BA)
Produzida no Vale do Copioba, região do Recôncavo Baiano, em municípios como Nazaré, Maragojipe e São Felipe. Mais fina do que a farinha de mandioca comum, passa por três ciclos do processo de torra e secagem, em forno a lenha, e peneiragem. Pode ser branca ou amarela (tingida com cúrcuma ou corante artificial). A venda no Mercado Livre.

Farinha de mandioca de Bragança (PA)
Farinha d`água torrada segundo uma tradição passada de pai para filho em comunidades da região do município paraense de Bragança. De sabor intenso, graças ao tempo de fermentação da mandioca, em torno de seis dias. Na etapa da torra, a massa vai ao tacho ainda úmida, onde é pré-cozida antes de torrar, o que garante sua crocância. A venda no Mercado Livre e no Empório Poitara, @emporiopoitara.

D’Farm
A empresa, especializada em distribuição de produtos artesanais, tem uma linha composta de farinhas e farofas torradas em forno à lenha e produzidas em Minas Gerais. A farinha de mandioca flocada e as farofas com tempero caseiro (à base de cebola e alho) e de mandioca com pequi fazem parte da linha. Mais informações pelo site http://dfarm.com.br/

D’Goiás
Embora a marca tenha sido batizada com o nome do Estado do Centro-Oeste do País, a empresa está localizada em Santa Rita do Passa Quatro (SP). Mas as receitas de
farofas artesanais, à base de farinha de mandioca e farinha de milho flocada, são inspiradas em Goiás. Ambas levam cebola, alho e ervas finas. Mais informações pelo site https://dgoias.com.br/.

Retratos do Gosto
Com curadoria da chef (e farofeira!) Helô Bacellar, a farinha de milho flocada da linha Retratos do Gosto é elaborada pela fecularia Nossa Senhora das Brotas, de Lindóia (SP), à base de milho caipira não transgênico. Mais informações pelo https://www.facebook.com/RetratosDoGosto/

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