Aglay Piovesan

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Fui crescendo e gostando muito de misturas”, conta Aglay. O interesse por doces aumentou na adolescência, quando passou a fazer as guloseimas de todas as festas da família, inclusive Natal e Réveillon. Muitas vezes, fazia as receitas seguindo revistas especializadas, como a Gula, e praticamente obrigava cada namorado a provar suas experiências gastronômicas. “Eles sofriam com as minhas tentativas. Tinham que comer até dizer que estava muito bom”, lembra. Mais tarde, ela resolveu fazer o curso de Farmácia e tinha como objetivo trabalhar em um laboratório especializado em alimentos. Mas não chegou a concluir esse sonho, pois de tanto insistir com a mãe, Ana Coeli Piovesan, conseguiu convencê-la a abrir um café. “Queria fazer um local para vender café e pão de queijo na galeria de artes da minha mãe, mas ela não deixava. Até que ela me propôs abrir o Café Touché”, relembra. Isso foi no final de 1995, mas a proposta só se concretizou em 5 de agosto de 1997, quando o Café Touché abriu as portas, no local onde ficava a casa onde Aglay morou por muito tempo. Antes de abrir o estabelecimento, ela viajou com a mãe a Nova York, de onde trouxe algumas idéias, mas já havia definido o nome e sabia exatamente o perfil que queria para o cardápio e o estilo de música que tocaria no local. Os detalhes do Café Touché, foram definidos com a ajuda de uma consultoria especializada em montar bares, restaurantes e similares. Dois anos depois de montar o estabelecimento, em 1999, ela decidiu estudar gastronomia na França, onde fez um curso de um ano e meio na Le Cordon Bleu, considerada uma das mais importantes escolas de cozinha do mundo, com sede em Paris. No curso, chamado de grande diploma, aprendeu sobre cozinha e confeitaria. Ao voltar para o Brasil, sentiu que o Café havia ficado pequeno e passou a prestar consultoria a quem queria abrir um estabelecimento, assim como fez quando abriu o Café.
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